sexta-feira, 1 de julho de 2011
Álvaro Siza, Comendador das Artes e das Letras Francesas
domingo, 26 de junho de 2011
A valorização artística de Évora

Hoje, na rotunda junto à Escola EBI/JI da Malagueira, foi inaugurado um elemento escultórico de homenagem ao “Rotary International”.
O seu figurativismo não deixa margem a subjectividades de interpretação. São representados dois homens, em tronco nu, segurando o emblema daquela associação e uma mulher que, por trás, empurra o referido emblema. Devemo-nos congratular por ainda haver, em 2011, quem destaque o papel determinante dos elementos do sexo masculino, sem deixar de reconhecer o papel da mulher como elemento de apoio à acção do homem. O seu estilo artístico, muito próximo daquele a que se dá o nome de “realismo socialista”, tem um carácter retro, que acompanha algumas tendências da moda actual. A referida rotunda ficou muito embelezada e alguns valores - de que tão carecida está a nossa sociedade - são evocados e enaltecidos. Ditosa cidade que tais rotundas possui.
Sinceramente, acho abominável!
quinta-feira, 23 de junho de 2011
O Santos venceu!

quarta-feira, 22 de junho de 2011
Giordano Bruno

“Aquele que deseje filosofar deve antes de mais duvidar de todas as coisas. Não pode tomar parte num debate antes de ter escutado as diversas opiniões, nem antes de avaliar e comparar as diversas opiniões, nem antes de avaliar e comparar as razões contrárias e a favor. Jamais deve julgar ou censurar um enunciado apenas pelo que ouviu, pela opinião da maioria, pela idade, pelo mérito ou pelo prestígio do orador, devendo por consequência agir de acordo com uma doutrina orgânica que se mantém fiel ao real e uma verdade que pode ser entendida à luz da razão.”
“Desejo que o mundo usufrua dos gloriosos frutos do meu trabalho, desejo despertar a alma e abrir o espírito dos que vivem privados dessa luz que, seguramente, não é invenção minha. Se estiver errado, não creio que o faça deliberadamente. E, ao falar e escrever deste modo, não sou impelido pelo desejo de sair vitorioso, pois que reconheço qualquer tipo de fama e conquista como inimigos de Deus, vãs e sem qualquer honra, se não forem verdadeiras; mas, por amor à sabedoria autêntica e num esforço para reflectir com justeza, fatigo-me, sofro, atormento-me”.
“Muito me debati. Julguei poder ganhar... Mas o destino e a natureza reprimiram os meus estudos e o meu vigor. Mas já é alguma coisa ter estado no campo de batalha, pois vejo que conseguir ganhar depende muito da sorte. Porém, fiz tudo o que podia e não creio que nenhuma geração vindoura o possa negar. Não tive medo da morte, jamais cedi perante os meus iguais, com firmeza de carácter, escolhi uma morte corajosa a uma vida de cobardia sem combate”."
Galileu Galilei

terça-feira, 21 de junho de 2011
Retrato de Van Gogh

Segundo notícia no site do jornal El País: O auto-retrato de Van Gogh afinal é o retrato do seu irmão Theo Van Gogh. Esta foi a conclusão a que chegou o Museu Van Gogh de Amesterdão. A conclusão baseou-se na análise da orelha do retratado, mais redonda do que a de Vincent Van Gogh.
Silêncio quebrado
Manuel António Pina escreveu (publicado no Jornal de Notícias de ontem):
"Ao contrário do que foi dito quando veio a público o escândalo do "copianço" no CEJ, o caso não é "pontual". Acompanhei de perto um curso anterior em que o "copianço" era frequente e a política seguida por certos (insisto: certos) dos então responsáveis do CEJ a de esconder esse lixo debaixo do tapete.
Alguns professores abandonavam as salas durante os testes confiando a vigilância à honestidade de cada formando. O problema era que a honestidade de alguns (hoje nos tribunais a acusar e julgar casos de fraude) nem sempre era a expectável em futuros magistrados.
Existem nos arquivos do CEJ documentos demonstrando o que aconteceu a uma formanda que quebrou a lei da "omertá" e se referiu ao assunto durante um encontro na presença do desembargador coordenador da sua formação. Na sequência disso (decerto por coincidência), passou a ser sujeita a humilhações e discriminações de toda a ordem e "avaliada", em relatórios escritos, por coisas como fumar, almoçar sozinha, ter "pré-juízos" em relação às leis de protecção animal (pois teria gatos) e a direitos de autor (pois publicara obras literárias), culminando tudo num relatório final do mesmo desembargador, feito com base em quatro (repito: quatro) trabalhos, escolhidos a dedo entre os mais de 500 que realizara, que a forçou à desistência.
Talvez a formação de futuros magistrados seja coisa séria de mais para estar entregue a certos actuais magistrados."
